Prefeitura de Goiânia descarta negociação e mantém chamamento em meio à greve de médicos
Prefeito Sandro Mabel afirma que política de credenciamento permanece inalterada e que há médicos suficientes para suprir a rede, enquanto paralisação segue com atendimento eletivo suspenso.

14/01/2026 - 11:25

Prefeitura de Goiânia descarta negociação e mantém chamamento em meio à greve de médicos

O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, anunciou que a Prefeitura manterá o Chamamento Público nº 03 e não negociará mudanças com os médicos credenciados que estão em greve, mesmo após o início da paralisação na rede municipal de saúde. Segundo ele, a gestão não pretende alterar o modelo de credenciamento, uma vez que os valores pagos nos plantões foram ajustados à prática de mercado e não permitem aumento.

Mabel minimizou o impacto do movimento paredista, afirmando que apenas 14 médicos aderiram à greve, enquanto há um grande número de profissionais inscritos no credenciamento — cerca de 3 mil inscritos para 300 vagas, das quais 280 já foram contratadas. Ele reforçou que existem médicos suficientes para manter os serviços essenciais da rede municipal.

O prefeito defendeu que a política adotada busca equilíbrio financeiro e sustentabilidade do sistema público de saúde, e que a Prefeitura não pode pagar valores acima dos praticados no mercado local. A paralisação, liderada pelo Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (Simego), mantém suspensos os atendimentos eletivos na capital, com reivindicações centradas na valorização salarial e melhores condições de trabalho.

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