Defensoria Pública prorroga inscrições para mutirão de reconhecimento de paternidade em Goiás
Interessados agora têm até 24 de julho para se inscrever no programa Meu Pai Tem Nome. O atendimento será realizado em agosto, com serviços gratuitos de reconhecimento de filiação e exames de DNA quando necessários.

21/07/2026 - 12:31

Defensoria Pública prorroga inscrições para mutirão de reconhecimento de paternidade em Goiás

 A Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO) prorrogou até a próxima sexta-feira, 24 de julho, o prazo de inscrições para o mutirão Meu Pai Tem Nome, iniciativa nacional que oferece gratuitamente o reconhecimento de paternidade e maternidade biológica, socioafetiva e post mortem. O programa busca garantir o direito à identidade, ao vínculo familiar e ao acesso aos direitos decorrentes da filiação.

As inscrições podem ser feitas presencialmente nas unidades da DPE-GO em Goiânia (Unidade Marista), Aparecida de Goiânia, Trindade, Inhumas, Luziânia, Valparaíso de Goiás, Águas Lindas de Goiás e Anápolis. Também é possível se inscrever pelo WhatsApp (62) 98330-0095 ou pelo site da Defensoria Pública de Goiás. O Dia D do mutirão será realizado em 1º de agosto nas unidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Trindade, Inhumas, Luziânia, Valparaíso de Goiás e Águas Lindas de Goiás. Em Anápolis, a ação ocorrerá em 15 de agosto.

Neste ano, além do reconhecimento de filiação, a parceria com o Tribunal de Justiça de Goiás permitirá oferecer outros serviços, como emissão de segunda via de certidões e mediação de conflitos familiares envolvendo divórcio, dissolução de união estável, guarda, convivência familiar e pensão alimentícia. Quando necessário, também poderão ser realizados exames de DNA para comprovação da filiação.

Dados do Portal da Transparência do Registro Civil mostram a importância da iniciativa. Entre 1º de janeiro e 22 de maio de 2026, 70.125 crianças foram registradas no Brasil sem o nome do pai na certidão de nascimento. Em Goiás, foram 2.323 registros no mesmo período. Considerando os últimos seis anos, o estado acumula 33.656 registros de crianças sem o nome do pai, sendo Goiânia, Aparecida de Goiânia e Anápolis os municípios com os maiores números.

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