Justiça Eleitoral explica como funcionará a biometria nas eleições de 2026
Identificação pelas digitais será a regra para eleitores com cadastro biométrico, mas quem não tiver a biometria registrada também poderá votar mediante conferência de identidade.
28/07/2026 - 10:06
A Justiça Eleitoral divulgou orientações sobre o funcionamento da identificação biométrica nas eleições de 2026. No dia da votação, eleitores que possuem biometria cadastrada terão a identidade confirmada por meio da leitura da impressão digital antes da liberação da urna eletrônica. A medida busca reforçar a segurança do processo eleitoral e impedir que uma pessoa vote no lugar de outra.
Caso a digital não seja reconhecida na primeira tentativa, o procedimento poderá ser repetido até quatro vezes. Persistindo a falha na leitura, o presidente da mesa receptora realizará uma verificação complementar da identidade do eleitor, solicitando a confirmação de dados cadastrais, como o ano de nascimento. Se as informações coincidirem com o cadastro da Justiça Eleitoral, o voto será liberado normalmente.
A Justiça Eleitoral também esclarece que quem não possui cadastro biométrico não será impedido de votar nas eleições deste ano, desde que esteja com o título eleitoral regular. Nesses casos, a identificação será feita mediante apresentação de um documento oficial com foto, seguindo os procedimentos previstos para a conferência da identidade do eleitor.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a biometria continua sendo obrigatória para a realização de diversos serviços eleitorais, como emissão do primeiro título, transferência de domicílio eleitoral e atualização de dados cadastrais. A tecnologia integra a estratégia da Justiça Eleitoral para ampliar a segurança, reduzir fraudes e garantir maior confiabilidade ao processo de votação.